Como as Startups Podem Alavancar o UGC (Conteúdo Gerado pelo Usuário) para Crescer
Descubra como startups podem usar UGC para crescer, construir confiança e engajar comunidades de maneira eficaz e sustentável.
Conteúdos aplicáveis, integração visual e novos formatos imersivos mostram como encontros presenciais e híbridos estão evoluindo para gerar impacto real
Eventos corporativos estão passando por uma transformação profunda. O que antes era um momento passivo de consumo de conteúdo se torna, em 2026, uma experiência interativa, participativa e orientada à comunidade.
O diferencial já não está no tamanho do palco ou no número de palestrantes, mas na capacidade de engajar o público, ativar patrocinadores e gerar valor antes, durante e depois do evento.
Neste artigo, reunimos as principais tendências para eventos corporativos em 2026, com foco em engajamento, tecnologia, marketing de eventos e geração de valor para organizadores, marcas e participantes.
A gamificação já não é um recurso pontual. Em 2025, muitos eventos passaram a incluí-la como parte central da estratégia de aquisição e engajamento, e em 2026 isso se consolida como prática padrão.
As ações gamificadas podem acontecer antes e durante o evento, com objetivos claros: gerar engajamento, estimular vendas por indicação, coletar dados comportamentais e aumentar o retorno para patrocinadores.
Abaixo, algumas ações comuns em dinâmicas de gamificação em eventos corporativos:
Os prêmios também evoluem. Em vez de brindes genéricos, os eventos passam a oferecer recompensas de alto valor percebido:
Exemplo prático: no RD Summit 2025, semanas antes do evento, foram realizados desafios semanais de engajamento online, com rankings públicos e diferentes prêmios, incluindo bolsas de estudo. Isso manteve a comunidade ativa antes mesmo do evento acontecer.
Os embaixadores de eventos ganham ainda mais espaço em 2026 como uma das estratégias mais eficientes de divulgação e crescimento orgânico.
Participantes, parceiros, influenciadores e creators utilizam sua credibilidade para divulgar o evento em troca de benefícios como acesso VIP, descontos, comissões por venda ou visibilidade.
Além de gerar conteúdo e atrair novos participantes, os embaixadores ajudam a ativar comunidades, responder dúvidas e estimular debates de forma mais próxima e menos institucional.
Na prática, os embaixadores ampliam o alcance do evento ao usar seus próprios canais e redes para divulgação, transformando participantes em mídia e fortalecendo o senso de pertencimento em torno da marca do evento.
Em 2026, patrocínio em eventos corporativos vai muito além da exposição de logotipo.
As marcas patrocinadoras não ficam apenas com espaço de estande ou logo em backdrop. Elas passam a estar conectadas a experiências interativas, memoráveis e altamente compartilháveis, como:
Essas ativações aumentam o tempo de permanência do público, estimulam o compartilhamento nas redes sociais e entregam mais visibilidade e ROI para patrocinadores.
Exemplos práticos:
No CASE 2025 (evento da ABStartups), a empresa Umbrella (media production) montou um espaço para gravação de vídeos com estrutura profissional, permitindo que participantes criassem conteúdo durante o evento.
No Web Summit, o Google criou um lounge exclusivo para founders expositores, com café, espaços de trabalho e networking qualificado.
Na NRF 2026, algumas marcas dividiram estandes e criaram espaços colaborativos entre parceiros, transformando áreas de exposição em mini ecossistemas de soluções integradas.
A sustentabilidade deixa de ser diferencial e passa a ser expectativa básica.
Eventos internacionais de grande porte, como South Summit e Web Summit, já operam com regras rígidas para expositores e organizadores, relacionadas a:
Além do impacto ambiental, essas ações fortalecem reputação, posicionamento de marca e aderência a práticas de ESG.
Os eventos híbridos evoluíram. Não se trata mais apenas de transmitir palestras ao vivo.
Parte do conteúdo passa a ser pensada exclusivamente para o online, ampliando alcance, audiência e oportunidades de monetização. Muitos eventos dedicam espaços e equipes específicas para:
Com isso, o evento passa a existir para além do espaço físico e ganha notoriedade e engajamento em tempo real, inclusive com quem não está presencialmente.
Os eventos corporativos de 2026 funcionam como hubs de comunidade. Não por acaso, networking está consistentemente entre os principais motivos que levam pessoas a participarem de eventos.
Grupos no WhatsApp, Telegram ou outras plataformas reúnem participantes por perfil ou interesse, como founders, marketing, expositores, mulheres, executivos ou grupos VIP.
Essas comunidades permitem:
Quando essa estratégia é combinada com embaixadores atuando dentro dos grupos, promovendo pautas, discussões e encontros, o valor percebido do evento cresce significativamente.
Justamente pela importância atribuída ao networking, ele deixa de ser aleatório e passa a ser planejado estrategicamente.
Duas abordagens ganham força em 2026:
a) Matchmaking individual: Participantes respondem a perguntas específicas, geralmente ligadas a compra e venda, parcerias ou captação de investimento. Interesses em comum são identificados e encontros são agendados previamente.
b) Encontros de networking em grupo: A organização promove encontros por afinidade, como gênero, localização, área de atuação ou nível de senioridade.
Em ambos os casos, o foco é sempre qualidade da conexão, não apenas quantidade de contatos.
O modelo tradicional de palestras longas perdeu espaço.
Em 2026, os eventos priorizam múltiplos formatos e conteúdos simultâneos, às vezes no mesmo espaço. A entrega de conteúdo acontece por meio de:
Quando participantes saem com ideias claras, insights acionáveis e motivação para colocar o aprendizado em prática, o evento se torna verdadeiramente memorável.
Com a multiplicação de formatos mais curtos, práticos e dinâmicos, as palestras também precisam evoluir.
Em 2026, o que diferencia uma boa palestra não é apenas o tema, mas o nível de participação que ela provoca. Interações ao vivo, como votações rápidas, perguntas moderadas e comentários em tempo real, passam a ser recursos complementares (e não o foco principal), ajudando a manter atenção e ritmo.
Outro ponto relevante é o uso de QR Codes para acesso a materiais de apoio, apresentações e conteúdos complementares. Aqui, o valor está menos na tecnologia em si e mais na utilidade do que está sendo entregue: frameworks, templates, referências ou materiais realmente acionáveis.
Quando bem executado, esse formato gera benefícios claros para todos os lados: o participante sai com algo aplicável, o palestrante constrói relacionamento pós-evento e o evento eleva sua percepção de qualidade.
🚩 Red flag: palestras que prometem conteúdo, mas entregam apenas pitch comercial. Esse tipo de abordagem quebra a confiança do público e impacta negativamente a experiência geral do evento.
Muitas pessoas vão a eventos corporativos de inovação, tecnologia e marketing com o objetivo de gerar oportunidades de negócio. Por isso, faz sentido criar dinâmicas de palco que permitam essa participação de forma estruturada e divertida.
O RD Summit é referência nesse ponto, com dinâmicas conduzidas por apresentadores como Márcio Ballas, misturando humor, interação e conteúdo.
Pitchs ao vivo, desafios e interações diretas com o público aumentam atenção, engajamento e retenção do conteúdo. O palco deixa de ser um espaço de monólogo e passa a ser um ambiente de troca.
Um evento começa muito antes da data oficial. Comunidades, embaixadores, gamificação e criação de cards geram antecipação e efeito FOMO.
Antes do evento, algumas ações comuns incluem:
Durante o evento, é papel do time de marketing estimular ativamente as postagens:
Essas ações ampliam alcance orgânico, fortalecem a marca do evento e transformam participantes em divulgadores espontâneos.
Para colocar essas tendências em prática, é essencial contar com tecnologia que facilite o engajamento e a viralização.
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Com ele, organizadores podem:
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